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Familiares continuam sem notícias de mulher desaparecida na ilha do Fogo há mais de três meses

  • Foto do escritor: ondakriolu
    ondakriolu
  • 11 de jan.
  • 1 min de leitura

Passaram-se mais de 100 dias desde a noite em que Maria Rosa Gomes de Pina, mais conhecida por Rosinha, 70 anos, saiu da casa onde residia com irmão e cunhada em Chã das Caldeiras para ir fazer necessidade e nunca mais foi vista. Foi procurada praticamente por toda a ilha, mas sem resultado.

O desaparecimento de Rosinha continua a intrigar a população local que não compreende como é que uma pessoa pode desaparecer assim, de um momento para o outro, sem deixar rasto.


Familiares e amigos, em parceria com autoridades locais, bateram toda a zona envolvente, mas nenhuma pista foi encontrada. Nem mesmo os esforços pelo ar, com drones, para procurar em locais de difícil acesso, deram qualquer resultado.

E enquanto passam os dias reduz também a esperança de encontrar com vida esta septuagenária que não sofria de nenhuma doenca mental . De acordo com familiares, Rosinha, apesar da idade, continuava bem lúcida e passava seus dias em casa ou a procurar pasto para seus animais.


Estimada em Chá das Caldeiras, Rosina não tinha inimizades nem conflito pessoal com ninguém como afirmou o seu filho Jaime. Questionado sobre o que terá acontecido, Jaime admite que esse desaparecimento “é um caso estranho”, receando que a mãe possa estar sem vida.

Jaime, filho de Rosinha, admite a hipótese de ter havido  crime no misterioso desaparecimento da mãe.
Jaime, filho de Rosinha, admite a hipótese de ter havido crime no misterioso desaparecimento da mãe.

 
 
 

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