É o cardiologista João Lima, com mais de 30 anos de carreira no hospital Batista de Sousa, em Mindelo, só que nos últimos seis anos o médico apresenta-se todos os dias ao seu posto de trabalho apenas para fazer figura de corpo presente já que não lhe é atribuído nenhuma tarefa, nem na qualidade de cardiologista, nem na qualidade de clínico geral.

Cansado dessa inatividade forçada - com todas as implicações psicológicas e profissionais - João Lima, esgotadas todas as tentativas de diálogo com o empregador, recorreu à comunicação social em busca duma solução.

Reagindo à notícia, a Ministra da Saúde Filomena Gonçalves que já não lhe atendia o telefone disse tratar-se de “uma questão de gestão do hospital” e que internamente o Ministério está a trabalhar para apresentar ao público a sua versão.
A versão do médico
A direção do hospital Batista de Sousa decidiu suspender as consultas e exames do médico João Lima em 12 de junho de 2018, altura em que ele era vereador na câmara de Porto Novo, em Santo Antao, apesar de ter licença para ir participar nas reuniões camarárias.
Desde essa data João Lima diz que se apresenta todos os dias ao seu posto de trabalho, mas só para aquecer o assento.
A inatividade dura há quase seis anos, apesar de todos os seus esforços para resolver o assunto junto da direção do Hospital, da Ordem dos Médicos e do próprio Ministério da Saúde.
João Lima encara essa “inatividade forçada’ como um processo premeditado para destruir a sua carreira, ele que diz não ter nenhum processo disciplinar ou de negligência médica no seu historial.
Diz que a inatividade também o impede de progredir na carreira, com claras implicações financeiras (diz que continua na cauda da tabela, apesar dos seus mais de 30 anos de serviço ).
Já dizia o outro fanfarrôn, "dinheiro não é problema" pode ficar sem trabalhar pq nós pagamos, ele deve ser do partido da oposição.
O mesmo acontecia muitas vezes na ASA com a mudança dos partidos e das chefias kkk ...
Esse doutor t estod q problema de cabeça nem el t anda t pesca gente insulte né estrada até né autocarro.
Isso chama tortura psicológica com tanta falta de médicos que cabo verde tem um a ganhar sentado? então dão -lhe reforma antecipado mas isso é um caso que ocorre frequentemente na administração pública tenham muito dinheiro para desbanjar é por isso